
Reconhecimento da OMS ocorre após mais de três décadas sem casos autóctones, enquanto hansenologista atenta para lacunas na capacidade de detecção com baixa incidência

Ao longo de mais de seis décadas, o envolvimento com a doença deixou de ser apenas objeto de estudo ou campo de trabalho e passou a orientar escolhas, pesquisas e posicionamentos técnicos