
Por afetarem sobretudo populações que não representam um mercado lucrativo para a indústria farmacêutica, não há investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos. Por isso, a maioria dos tratamentos existentes são antigos, ineficazes, tóxicos (com efeitos colaterais graves) ou inacessíveis. Para algumas dessas enfermidades, sequer há tratamento disponível. Cerca de 1,7 bilhão de pessoas sofrem de DTNs no mundo, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS).



