Entre os destaques da programação estiveram os Simpósios Satélites, que trouxeram diferentes perspectivas sobre pesquisa, inovação e desenvolvimento de novas ferramentas para a prevenção, o diagnóstico e o enfrentamento de doenças.
Na Sala T1, o Simpósio Satélite do Instituto Butantan abordou a preparação para futuras pandemias, com destaque para o papel da instituição no desenvolvimento de plataformas de ensaios bioanalíticos e de vacinas pré-pandêmicas. A discussão destacou a importância de antecipar a preparação e ampliar os investimentos em pesquisa para fortalecer a capacidade de resposta diante de novas emergências sanitárias.
Já na Sala T4, o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) promoveu um debate sobre inovação diagnóstica para doenças tropicais. A atividade discutiu o uso de plataformas moleculares integradas como uma das possibilidades para enfrentar lacunas diagnósticas existentes no Sul Global, ressaltando o papel da tecnologia na ampliação e qualificação das estratégias de diagnóstico.
Na Sala T6, o Simpósio Satélite da Illumina colocou a vigilância genômica no centro da discussão. A atividade apresentou soluções e novos lançamentos voltados à análise genômica, mostrando como as tecnologias de sequenciamento podem contribuir para o monitoramento de doenças e para a produção de informações capazes de apoiar decisões em saúde.
Os encontros realizados ao longo da terça-feira mostram a diversidade de temas que atravessam o MEDTROP 2026 e a necessidade de aproximar ciência, tecnologia, pesquisa e políticas de saúde. A programação do MEDTROP 2026 segue até amanhã (19) reunindo, em Brasília, diferentes atores da saúde.



